Com o avanço do Direito Ambiental
sobre o cotidiano das cidades brasileiras, o ramo imobiliário passou a se
adequar as diretrizes ambientais vigentes.
Os novos projetos realizados
pelas construtoras, incorporadoras e similares tem adotado a sustentabilidade
como palavra de ordem nos empreendimentos, o que implicou uma nova gestão dos
empreendimentos com a adequação dos mesmos as normas ambientais.
Para tanto é imprescindível uma assessoria jurídica especializada.
Para tanto é imprescindível uma assessoria jurídica especializada.
A sustentabilidade passou a fazer parte do cotidiano das
empresas da construção civil brasileira, adotando-se o conceito de “moradia
verde” no mercado imobiliário nacional.
Historicamente esta consciência ambiental no Brasil teve
como marco principal, a Conferência Mundial para o Meio Ambiente denominada de “Eco-92”.
O segmento imobiliário nacional
passou a adotar a sustentabilidade em seus novos empreendimentos, surgindo os
denominados “Condomínios Sustentáveis”, que se caracterizam por serem
empreendimentos imobiliários que adotam diversas práticas e diretrizes
normativas que os tornam Sustentáveis (Ex.: Telhado verde, Aproveitamento de
águas, coleta seletiva de resíduos, reuso da água, reciclagem de materiais,
aquecimento solar, medição individual de consumo de água e outras medidas).
A preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade fez
nascer em Brasília, o primeiro bairro ecologicamente correto do Brasil,
denominado de Noroeste, que conta com uma rede de sucção para coleta do lixo
orgânico e inorgânico que leva os resíduos via tubos para a central de
reciclagem e tratamento. Os prédios terão coletores solares e janelas em
tamanhos maiores para aproveitar a luminosidade natural e reduzir o consumo de
energia elétrica. Para a redução do CO2 proveniente do fluxo de
veículos serão criadas ciclovias e aprimorado o transporte público. As
construções não poderão acumular entulhos e o paisagismo utilizará a vegetação
nativa, contando, ainda, com lagos de contenção para facilitar a drenagem do
solo, de modo a reduzir os impactos ambientais.
É possível implementar a sustentabilidade nos condomínios existentes,
com ações como a: coleta seletiva dos resíduos domiciliares, a reciclagem dos
resíduos, a instalação de coletores solares, o uso de lâmpadas econômicas com
sensores de presença nas áreas comuns, etc.
O investimento em sustentabilidade
nos novos empreendimentos imobiliários opera a valorização dos imóveis,
inclusive com a obtenção de certificações.
De outra parte, a adequação à legislação
ambiental tem contribuído de forma decisiva para a viabilidade dos novos
empreendimentos imobiliários no país.
(http://www.leaoferreira.com/detalhenoticia.php?id=265).
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